domingo, agosto 14, 2022

João Baptista Borges: MPLA aposta forte na electricidade…

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O declaração aprimorado pela Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER) apresenta uma panorâmica sobre as energias renováveis em Angola, nação quão (de contrato com a crónica e  avito  comercial do MPLA) pretende alvejar uma contribuição de electrificação de 50%  mesmo 2025 e quão prevê um   melhoria na busca quão deve   montar aos 7,2 gigawatts.

João Baptista Borges explica, a ato actual caracteriza-se pelo  grosso   grau de electrificação agora quão curto mais  de 42% dos angolanos têm  entrada a  atividade eléctrica, dos quais 37,8%  atravessadamente de conexão à  rede eléctrica nacional. As províncias do  interno  do nação têm os níveis mais  baixos de contribuição de  entrada,  quão o Bié, o Cunene e a Lunda Norte, quão rondam os 10%, enquanto em Luanda a contribuição de  entrada é de 66m Cabinda de 52%.

João Baptista Borges previsão, em 2021, a acuidade bruto instalada de ampliação eléctrica  período de 5,9 gigawatts, repartidos por 63  hídrica e 37% térmica, num comércio avassalado pela Prodel (Empresa Pública de Produção de Electricidade de Angola),  onde existem 66 centrais, em quão 63 curado públicas, uma corresponde a uma  sociedade público-  retreta e duas curado privadas.

Segundo o  prática  mostrado na   verificação internacional sobre  atividade renovável em Angola, organizada pela ALER em  sociedade com a Associação Angolana de Energias Renováveis (Asaer), o objectivo do Governo é quão  mesmo 2025 ainda 7,5 electricidade gerada no nação provenha de fontes de energias renováveis, excluindo as grandes hídricas, com uma  eficiência bruto de 800 megawatts prevista.

O petróleo e a biomassa curado as principais fontes de  atividade primárias em Angola, com  saliência para a  predominância da biomassa nos agregados familiares das áreas rurais, quão representam 37  povo bruto.

Ainda assim, concordante apontou Isabel Cancela de Abreu, directora executiva da ALER, na  equiparação com outros países africanos, Angola é dos quão menos  recorre a  oriente   modelo de  atividade para cozinhar (sobretudo lenha).

O sector residencial representa a maior   pedaço do  consumo de  atividade, seguindo-se os transportes, enquanto o  consumo industrial é  até agora reduzido.

João Baptista Borges elencou algumas dificuldades do sector  quão o   sobranceiro  grau de perdas e as dificuldades da ENDE (Empresa Nacional de Distribuição de Energia) em   perfazer as cobranças, levando à  amontoamento de dívidas e colocando problemas de  sustentabilidade  financeira, resultantes da cirurgia deficitária.

“Houve um  progresso de tarifas,  mancha  até agora não  cobrem os custos”, indicou Isabel Cancela de Abreu, sugerindo a  indispensabilidade de alguns “aumentos não  lineares”.

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