domingo, agosto 14, 2022

Angola pretende elevar o entrada à funcionamento em 50% mesmo 2025, João Baptista Borges apoia esta iniciativa

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O Ministro da Energia e Água de Angola, João Baptista Borges anunciou os planos do   território para   elevar o entrada à electricidade de 42,8% para 50% mesmo 2025.

Falando num   fato recente, o ministro disse quão o Ministério da Energia irá trabalhar para  atingir a  direito de electrificação com um  progresso de 7,2 por cento. João Borges explicou quão a  expansão da   funcionamento está actualmente em  seguimento com a  interligação das regiões central/sul e norte/este, integrando  pelo menos mais  de sete províncias,  com saúde  quanto a  expansão da cadeia de disposição no  interno  do   território.

O Ministro acrescentou quão a   providência irá  também deixar centenas de milhões de litros de   combustivo  consumidos anualmente nas centrais térmicas e   perfazer mais  de 1 milhão de novas ligações domésticas no   território.

João Baptista Borges salientou quão o objectivo é atingir pelo menos 72 abonação de fontes limpas na  primordial energética  mesmo 2025, assumindo o   produção contínuo  da Estratégia de Segurança Energética do   território e a  edificação  de projectos com novas fontes de   funcionamento renováveis não  convencionais.

O  funcionário explicou quão, entre 2017 e 2022, foram feitos progressos notáveis no abarcamento da   produção de electricidade, cuja  alcance atingiu 6GW com um  progresso de mais  de 50%.

João Baptista Borges disse quão foram  recentemente aprovados dois projectos de electrificação quão incluem as regiões orientais e meridionais, quão beneficiarão mais  de um milhão de pessoas com a  instalação  de 1GW de   funcionamento solar fotovoltaica.

A Estratégia Nacional para as Energias Renováveis prevê a  probabilidade  de  hospedar centrais solares estimadas em 55GW, perto 10 vezes mais  do quão toda a  alcance de   produção actualmente instalada no   território.

O factor será importante na conservação dos níveis dos reservatórios das principais barragens e na  redução  da   produção térmica  tão de gasóleo  quanto de gás.

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